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sábado, 25 de junho de 2011

errar...


E assim




    Dos erros que cometi, nenhum tive a intenção de cometer. Dos erros que pensei em cometer, fracassei. Cometi erros com medo de errar. Errei por falta de capacidade de acertar . Errei por falta de conhecimento. Errei por arrependimento do erro. Erro quase sempre com ânsia de acertar. Eu, tu, ele, nós, vós, eles... A gente erra!
Temos tanto medo de errar, que erramos. E assim, sucessivamente! Não tenha medo do erro. Tenha medo de não saber fazer o certo. Não tenha medo do fracasso. Tenha medo de não saber o motivo pelo qual. Erre, mas saiba o caminho para o certo.  


 (Luana Anaine)

Amizade?




"Palavra complicada. Nunca fui a mais amiga de alguém, também, nunca pude contar com certos amigos, que na verdade, jamais foram amigos de verdade...Sempre contei comigo mesma, se eu não podia me ajudar... ninguém mais iria conseguir. Sempre segui os meus objetivos, nunca esperei nada de ninguém, até hoje, nao espero nada de ninguém. Sou sempre eu mesma com quem considero pra valer, nunca traí amigos, amores, familia, vai ver é por isso, que sempre me decepciono com certas coisas. Não sei bem ao certo, de o por que, de escrever isso... Mas sei o por que, de eu me sentir assim. Vivo em mundo real, nada de fadas que realizam sonhos, desejos; nada de principes encantados, que salvam voce do castelo da bruxa. Nada disso. Vivo MINHA realidade, onde eu sofro, choro, brigo, sorrio, canto, brinco, faço amizades, perco amizades, me decepciono com "amizades"...Assim eu levo a minha vida. Jamais, nenhum amigo meu, se decepcionou comigo. Já meus amigos, me decepcionaram muitas e muitas vezes...Me pergunto: Por que eu não faço o mesmo? - não faço, porque sei o quanto vale uma amizade, sei o quanto dói, olhar pra o amigo falso e dizer: "um dia eu te considerei meu melhor amigo." Não é fácil ter que superar. encarar essa realidade. Mas isso não é o que mais me abala. O que me machuca mais, é saber que amizades, vão e vem, e que muitas vezes perdemos tanto tempo investindo em algumas que não vale a pena, e acabamos deixando de lado, as que realmente valiam..."
       Afinal, você tem amigos de verdade?





(Luana Anaiane)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Medo de se apaixonar...





         Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar, mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.


Fabrício Carpinejar



Jaqueline Furlin
       
   Você sabe o que é o amor?
Bom, ninguém sabe. Por que? Porque o amor a gente não deve entendê-lo. Amor a gente deve sentir; a gente deve viver.
Amor é muito mais que uma simples palavra. Talvez amor, seja a razão da palavra alegria, arrepíos, pensamentos, viagens à lugares imaginários. Talvez amor, seja o significado de companheirismo, afeto, lealdade, simplicidade, cumplicidade. Talvez amor, seja um simples amar. Palavras simples, mas porém, de valor intenço. Só quem vive o dito amor, sabe o verdadeiro significado das quais. Eu amo. E você, ama? 
Geralmente, quando citamos as palavras amar e amor, Logo vem em mente a imagem daquele menino/menina que estamos gostando. Amar é isso. Mas, não somente. Existem tantos tipos de amor, que geralmente confundimos uns com os outros. Amor entre amigos; Amor de família; Amor de avós e netos; Amor de irmãos; Amor de namorados; Amor de casados; Amor de primos; Amores...
Mas, qual o amor que você mais usa? Qual deles, é o mais fiel a você? Você já parou e refletiu sobre isso?
Você sabe distinguir amor verdadeiro de amor falso?
Talvez, ninguém saiba direito como se faz isso. Mas, sempre há quem saiba. O único que sempre sabe. O único que nunca erra nos seus criteriosos cálculos. Talvez, você já saiba de quem me refiro... Porém, não goste de esperá-lo em suas jornadas de vida. Ele é lento para alguns; Rápido para muitos. Alguns querem que ele chegue logo; Outros querem que ele pare de vir. 
Quem entende essa geração? ... Afinal, quem precisa entender?
O dito TEMPO vem pra mim, vem pra ti. O tempo, vem para todos, de modo igual. Basta somente, você mudar o rumo dele, e fazer o que quiser com ele. Você é quem manda no destino dele. Somente você!
Você ama o bastante, para um dia dizer: eu amei com todas as minhas forças, e jamais me arrependi?
Você ama o bastante, para que o tempo passe por você, e você acene para ele, e diga o quanto ele foi importante na tua vida?
Você ama o bastante, para que tudo o que você viveu, seja a chave para o teu futuro?
Ame! Ame quem te faz bem. Não se sinta intimidado, e diga: eu amo você! Quem ama, é feliz. Quem ama quem é verdadeiro, nunca se arrepende. Nunca diz que perdeu seu precioso e inevitável tempo.
O tempo, não voltará para você demonstrar afetividade à alguém, nem para você saber o que é verdadeiro dentro de si. Ele segue. Você deve amar o que te faz bem, assim, o tempo passará mas as marcas deixadas por quem te fez feliz, permanecerá.
Aproveite. O tempo não volta.

"Eu amo o sentimento verdadeiro. E você, ama também?"


(Luana Anaiane Del' Sent)


Por que mesmo depois de tanto sofrer, meu coração continua a te querer ?


Jaqueline Furlin